quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Teatro mania - Otimismo


OTIMISMO
O espetáculo conta a história do jovem Cândido, que apesar de viver situações catastróficas, continua acreditando que tudo está o melhor possível no mundo.

Texto: Voltaire.
Adaptação e Direção: Ralph Maizza.
Elenco: Ricardo Gelli; Flávia Tápias; Didio Perini; Celso Melez; Mariana Blanski; Leandro Derrico; Tadeu Pinheiro e Walter “Batata” Figueiredo

Teatro mania - 39 Degraus


De Patrick Barlow
Direção de Alexandre Reinecke
Versão de Alexandre Reinecke e Clara Carvalho

Misture uma obra-prima do cineasta consagrado Alfred Hitchcock com um saboroso romance de espionagem, acrescente uma pitada de “Monty Python” (série cômica britânica) e experimente a peça Os 39 Degraus, escrita por Patrick Barlow. A montagem estreia dia 28 de agosto, no Teatro Shopping Frei Caneca.

Teatro mania - Como ser uma pessoa pior


Com direção de Mário Bortolotto, o monólogo Como Ser Uma Pessoa Pior abre temporada de pouco mais de um mês no Espaço Parlapatões, o público deve cair na risada com a história da frustrada Amabile.

Mesmo após ter lido inúmeros livros de autoajuda, ela confessa nunca ter encontrado solução para sua dependência em relacionamentos. Sem muitas esperanças de mudança, a mulher resolve correr atrás de suas próprias respostas.

A personagem vivida por Lulu Pavarin, atriz que completa 25 anos de carreira em 2010, tranca-se no apartamento e, acompanhada por uma samambaia e por uma garrafa de uísque, arquiteta doze passos para se tornar uma pessoa pior.

Teatro mania - Novelo


De Nanna de Castro. As contradições do universo masculino norteiam o drama, por meio da história de cinco irmãos. Eles se encontram na sala de espera de um hospital onde está internado um homem que pode ser o pai que os abandonou há três décadas. Apesar de calcado em perfis estereotipados — o machão, o gay, o primogênito protetor, o alcoólatra e o caçula mimado —, o texto tem bons momentos valorizados pela direção de Zé Henrique de Paula

Teatro mania - Hell


Não havia dúvida de que o drama Hell, em cartaz no Teatro Popular do Sesi, seria construído sob medida para o talento de Bárbara Paz. Dirigida pelo cineasta Hector Babenco, seu marido, a atriz brilha no palco. Escrito pela francesa Lolita Pille e adaptado por Babenco e Marco Antônio Braz, o romance ‘Hell — Paris 75016’ exige virtuosismo de quem vai interpretar sua protagonista. Na pele de uma garota fútil e arrogante, Bárbara aproveita a chance, garante o interesse e justifica a montagem.

A transposição do livro, uma espécie de diário, peca ao manter a linguagem em primeira pessoa. Numa aposta verborrágica, a personagem destila preocupações com roupas de grife e ainda sofre depois de noitadas sem limites. Mesmo após a entrada do inexpressivo ator Ricardo Tozzi (no papel de Andrea), o excesso narrativo se mantém e compromete a encenação. A opção de mostrar de forma praticamente unilateral o relacionamento entre Hell e o playboy Andrea, tomado pelo desespero e imerso em drogas, deixa clara a ausência de maior preocupação cênica. Faltou mais teatro. E isso fica evidente no momento em que o teatro realmente se faz: no belo monólogo final, quando Bárbara conta a história da ópera ‘La Traviata’ e simula uma relação sexual.

Teatro mania - R.E.M (rapid eye movement)


Sinopse: Em um sonho, tudo pode acontecer. Tempo e espaço não existem. O texto O Sonho (1901), do sueco August Strindberg, escrito em 1901, foi um dos primeiros a trazer para o teatro o universo fragmentado e fantástico dos sonhos. A dramaturgia do autor baseia o espetáculo R.E.M (rapid eye movement), com o Núcleo Experimental dos Satyros, dirigido por Luiz Valcazaras. Na peça, a deusa hindu Agnes desce à Terra para conhecer os homens e a vida. Nessa tortuosa trajetória, ela vive como ser humano e se depara com figuras que transformam seus pensamentos e seu próprio caminho.
Direção: Luiz Valcazaras

segunda-feira, 19 de abril de 2010